Inovação Social Aberta
A indiana Sushmita Grosh criou uma competição global que conecta empreendedores socias, interessados em mehlorar o mundo, as empresas e investidores dispostos a apóia-los...
Falem bem ou mal, mas...
Sacerdotisa das redes sociais, a americana Danah Boyd avisa: as empresas precisam aprender a interagir com os consumidores na web.
A americana Danah Boyd, não faz parte da geração formada pelos nativos digitais, aqueles nascidos a partir da década de 80 e plugados desde criança. Mas navega e participa ativamente das chamadas redes sociais. Doutoranda na Escola de Informação da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a jovem de Altoona, Pensilvânia tem feito a ponte entre a academia e o mercado para discutir um tema que intriga as empresas: Como interagir com os usuários de sites como orkut, facebook e twitter? Danah atua como pesquisadora em mídia social para corporações como a Intel, Google e Yahoo!. Em janeiro de 2009, se mudará para Boston. Vai trabalhar na Microsoft Research, o laboratório de pesquisas e estudos de novas tecnologias da empresa de Bill Gates.
Considerada pelo Financial Times a sacerdotisa das redes sociais, Danah falou a Época Negócios sobre como as empresas devem agir nesses novos tempos. Segundo ela, estamos vivendo a economia da atenção digital, uma época que exige diálogo, interação e criatividade. Companhias que não enxergarem a diferença entre estar numa mídia tradicional e fazer parte de uma rede social podem ser excluídas dessa onda. “Diferentemente da TV, na Internet os consumidores opinam e participam. Por isso a comunicação precisa ser mais relevante”. Diz Danah.
Qual é, então a melhor forma de usar as redes sociais? Danah diz que basta experimentar. “Se uma marca não é falada, ela não existe” Então falem bem ou mal, mas falem”, afirma. “As empresas precisam aprender a lidar com comentários negativos, criar diálogos com os internautas.” Segundo Danah o que faz as redes sociais funcionarem é a necessidade das pessoas de estarem conectadas. “ A publicidade em geral,é uma péssima interrupção nas interações sociais. Só vale se for feita de maneira integrada ao meio” Assim um fabricante pode fazer pode colocar um vídeo fantástico o youtube sobre um carro lançado e os fanáticos por carros irão assistir e logo entraram na comunidade correspondente a marca ou carro no orkut ou MySpace e comentarão sobre o carro e mais pessoas assistem, o carro novo e o comercial virão um grande sucesso. O mesmo não ocorreria se o lançamento fosse de um novo tipo de sabão. Ou seja a publicidade que usa tecnologia como meio deve ter o contexto certo.
Atraso Virtual - Embora 96% da empresas brasileiras considerem estratégico o uso da Internet, poucas ainda utilizam da web 2.0 e das redes sociais. É o que mostra pesquisa feita pela empresa de software de gerenciamento de conteúdo Vignette. O estudo ouviu 81 empresas que possuem websites voltados para os negócios.
O atual site da sua empresa...
Permite que os clientes insiram conteúdo? Sim 12,5% Não 87,5%
Tem ferramenta de para a criação de comunidades? Sim 10,7% Não 89,3%
Prevê fórum e outras formas de discussão? Sim 19,7% Não 80,3%
Reconhece o cliente e oferece conteúdo personalizado? Sim 39,3% Não 60,7%
REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS – Edição novembro 2008.
Por Viviane Maia (com adaptações).
Clientes em risco.
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É Hora de reiventar.
O mundo busca soluções. E a sua empresa? Também está atrás de socorros emergenciais ou procura algo mais duradouro?
E-mail: bruno@outinnovation.com.br
